sábado, 1 de agosto de 2009

20 dúvidas sobre amamentação

.Bom sabemos da importância da amamentação, todavia existem muitos mitos e dúvidas... Vejamos a seguir essa excelente materias tirada do site bebe.com.br  Ah, e não esqueça, o www.danbio.net não é um site médico, qualquer dúvida sobre medicação e procedimentos faça uma pergunta a seu médico!
Depois de longos nove meses de espera, o bebê chegou. Juntamente com ele, nasce uma porção de questionamentos sobre o principal cuidado com o pequeno nessa fase: a alimentação. Para esclarecer todos eles, reunimos um time de experts em aleitamento materno. Leia nosso dossiê e seja você também uma especialista no assunto

1. Qual a dieta mais recomendada durante a amamentação?
2. Existem restrições alimentares? O que não devo comer?
3. Posso fazer regime durante a amamentação para diminuir as medidas?
4. Não estou voltando ao meu peso. Como emagrecer?
5. Adoçantes e outros alimentos light e diet estão liberados?
6. E os remédios? Devo manter as mesmas restrições da gravidez?
7. Posso tomar pílula anticoncepcional?
8. É possível engravidar durante a fase de amamentação?
9. Por quanto tempo deve-se amamentar a criança?
10. Meu bebê só quer o peito, embora já esteja na idade de comer outros alimentos. O que faço?
11. Prótese de silicone nos seios atrapalha o aleitamento?
12. Como fazer o bebê arrotar? Existe algum problema se isso não acontecer?
13. Quanto tempo deve durar cada mamada? Qual o intervalo ideal entre elas?
14. É aconselhável acordar o bebê para mamar durante a madrugada?
15. Como saber se a criança mamou o suficiente?
16. O que posso comer ou fazer para aumentar a quantidade de leite?
17. Como esvazio as mamas?
18. Quando o leite acaba, a produção está encerrada de vez?
19. Posso dar água ao bebê que está no aleitamento materno exclusivo?
20. Meu filho sempre engasga. É normal?
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.1. Qual a dieta mais recomendada durante a amamentação?
Não existe um cardápio pré-determinado. O ideal é que a mãe se alimente da forma mais saudável possível, dedicando especial atenção aos líquidos. “A mulher costuma sentir muita sede nessa fase porque a água é matéria-prima para a fabricação do leite”, explica o pediatra Luciano Borges, vice-presidente do Departamento de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria.

Outra dica é fazer várias refeições balanceadas ao longo do dia. “O bebê rouba os nutrientes da mãe, por isso o organismo dela deve estar o mais equilibrado possível”, informa o nutrólogo e pediatra Ary Lopes Cardoso, do Instituto da Criança, do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Os especialistas concordam: comer cinco ou seis vezes ao dia e investir em frutas e fibras, além de não abusar dos doces, é um ótimo caminho.

2. Existem restrições alimentares? O que não devo comer?
A princípio, não há alimento proibido para a nutriz – nome dado à mãe que amamenta. Se houver alguma reação negativa do bebê em aleitamento materno exclusivo, aí, sim, pode-se suspeitar de sensibilidade ou alergia alimentar a alguma substância que a mulher tenha ingerido.

Segundo o nutrólogo Ary Lopes, os campeões nesse processo são: leite de vaca, castanhas como o amendoim, frutos do mar e carne de porco. Mas, antes de pensar em eliminar os itens do cardápio, é preciso que o médico constate a ligação entre eles e as cólicas do bebê.

O álcool deve ser evitado. A substância pode dificultar a absorção de nutrientes pela mãe, além de ser absorvido pela criança através do leite materno. Já fontes de cafeína precisam ser consumidas com moderação. “O recomendado são até duas xícaras de café por dia”, orienta o nutrólogo Celso Cukier, do Instituto de Metabolismo e Nutrição, de São Paulo. Segundo o médico, não se sabe se a substância é prejudicial aos pequenos. Por isso, o melhor é não

3. Posso fazer regime durante a amamentação para diminuir as medidas?
Cortar calorias é perigoso, já que o organismo precisa de muita energia para produzir o leite materno. “Dietas rigorosas nessa fase podem implicar em perda de massa magra, ou seja, músculos e energia”, explica o nutrólogo Ary Lopes.

Para alimentar o seu bebê, estima-se que as mulheres precisam de 20% a mais de calorias do que as necessárias em outra fase da vida. Isso significa o total médio de 2,4 mil calorias diárias. Portanto, não se preocupe: invista em uma alimentação saudável e o ato de amamentar fará você voltar ao seu peso normal gradualmente.

4. Não estou voltando ao meu peso. Como emagrecer?
Basta aliar a dieta saudável aos exercícios físicos. Entre 30 a 40 dias depois do nascimento do bebê, você pode começar a caminhar cerca de uma hora e meia por dia. Mas mantenha seu médico informado sobre as atividades que pratica.

“Depois de três meses, a mãe já está liberada para fazer esportes normalmente. Se for atleta, pode voltar aos treinos. Caso esteja iniciando, é melhor optar por atividades aeróbicas, como a caminhada”, explica o nutrólogo Ary Lopes. O especialista enfatiza que o gasto calórico durante a amamentação é bem alto, daí a necessidade de se alimentar corretamente.

5. Adoçantes e outros alimentos light e diet estão liberados?
Não existe consenso sobre os malefícios desses produtos para a saúde da criança. Porém, como diversas pesquisas apontam nessa direção, a recomendação dos médicos é fazer um uso leve ou moderado das substâncias.

“Elas não são saudáveis. O melhor é usar açúcar mesmo, mas em menor quantidade”, aconselha o pediatra Luciano Borges. O nutrólogo Celso Cukier lembra que 1 grama de açúcar tem apenas 4 calorias.

Se mesmo assim a mãe quiser fazer uso de adoçantes, o ideal é que não passe de dois envelopes por dia (ou duas colheres de café, se for pó, ou dez gotas, se for adoçante líquido). Os produtos light e diet também não devem ser consumidos à vontade. “Como são utilizadas moléculas químicas para produzir o sabor adocicado, podem não fazer bem para o organismo”, explica Celso.

Ary Lopes, pediatra e nutrólogo, resume a orientação: “Durante o aleitamento, não é hora de contar calorias, e sim selecionar melhor os alimentos”.

6. E os remédios? Devo manter as mesmas restrições da gravidez?
Durante a amamentação, vários medicamentos estão liberados. Mas, para ter certeza do que você pode ou não pode tomar, é essencial consultar o médico. No pós-parto, assim como em qualquer fase de vida, a automedicação nunca deve ser praticada.

7. Posso tomar pílula anticoncepcional?
Apenas as que não contêm estrógeno em sua composição. “Acredita-se que esse hormônio feminino possa chegar ao bebê pelo leite, o que causaria o desequilíbrio hormonal na criança”, explica o obstetra e ginecologista Luiz Fernando Leite, do Complexo Santa Joana/Pro Matre, em São Paulo. Para as mulheres que amamentam, o médico recomenda pílulas de progesterona, anticoncepcionais injetáveis, subcutâneos ou DIU. “Esse último só pode ser colocado 50 ou 60 dias após o parto”, esclarece Leite.

8. É possível engravidar durante a fase de amamentação?
Sim. Por isso a importância de utilizar algum método anticoncepcional caso outro bebê não esteja nos planos do casal tão a curto prazo. “A prolactina, o hormônio responsável pela produção de leite no organismo feminino, inibe a gravidez, mas não se sabe até que ponto”, explica o obstetra Luiz Fernando Leite.

Segundo o médico, é importante dar início ao uso de algum contraceptivo cerca de 30 ou 40 dias após o nascimento do bebê.

9. Por quanto tempo deve-se amamentar a criança?
A Organização Mundial da Saúde e o Ministério da Saúde recomendam a amamentação exclusiva por seis meses. O pediatra Luciano Borges ressalta que mesmo as mães que voltam ao trabalho antes desse tempo podem continuar alimentando o bebê só com o leite do peito. “É possível ordenhar o leite e, durante o período em que a mulher estiver fora, pedir para alguém dar o líquido à criança utilizando um copo específico para esse fim”, diz. O especialista alerta para que se mantenha o pequeno longe de mamadeiras – mais fácil para o bebê sugar, ela tende a desestimular a amamentação direta no peito.

Após os seis meses, o Ministério da Saúde recomenda que o leite materno continue sendo oferecido em parceria com a alimentação complementar. Isso pode se estender até os 2 anos de idade ou mais. Borges ressalta ainda que a introdução de novos alimentos provoca a diminuição gradual no número de mamadas ao longo do dia. Assim, naturalmente, acontece o desmame.

10. Meu bebê só quer o peito, embora já esteja na idade de comer outros alimentos. O que faço?
Essa situação é bastante comum. “Uma boa tática é passar para o pai ou outra pessoa próxima a função de alimentar a criança, pois ela tende a associar a mãe com a amamentação, recusando outro alimento”, explica o pediatra Luciano Borges.

Insista até o bebê aprender a comer. Para isso, vale conversar com a criança e estipular horários de mamar e horários de comer a papinha, a sopa... “É uma estratégia eficiente, inclusive, para educar e estabelecer limites à criança”, explica a consultora de amamentação Lívia Teixeira, do Consultório de Aleitamento Materno, de Salvador.

11. Prótese de silicone nos seios atrapalha o aleitamento?
Em geral, as próteses não interferem nesse processo porque são colocadas abaixo da glândula mamária ou atrás do músculo peitoral. Nessa posição, não influenciam a produção de leite.

Para o pediatra Luciano Borges, no entanto, quando a quantidade de silicone é muito grande e desproporcional ao peito, é possível, sim, haver problemas. O especialista Ary Lopes concorda: “Por causa da cirurgia, a anatomia e a pressão dos dutos que irrigam as mamas podem ser alteradas”, explica.

Algo semelhante pode acontecer nas cirurgias redutoras de seios. “Se o tecido mamário for lesionado, a produção de leite sofrerá as consequências”, afirma Luciano Borges.

12. Como fazer o bebê arrotar? Existe algum problema se isso não acontecer?
Após a mamada, a mãe deve segurar a criança no colo e deixar o corpo dela o mais em pé possível, com a cabecinha apoiada no ombro, por cerca de dez minutos. “Vale dar os clássicos tapinhas nas costas para agilizar o processo”, recomenda o pediatra Ary Lopes.

O arroto é provocado pela ingestão de ar durante a sucção feita pelo bebê. Assim, se ele pegar o peito de forma correta e mamar bem, é possível que não arrote. “Isso não deve ser motivo de preocupação para os pais”, acalma o vice-presidente do Departamento de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria, Luciano Borges.

13. Quanto tempo deve durar cada mamada? Qual o intervalo ideal entre elas?
Varia muito de criança para criança, pois cada uma tem o seu jeito próprio de se alimentar. O pediatra e nutrólogo Ary Lopes estima que cerca de dez minutos em cada peito são mais do que suficientes – mas nos primeiros dias, quando o hábito começa a ser estabelecido, o tempo pode ser bem maior.

Vale explicar ainda que a duração da mamada não tem a ver com a quantidade de leite ingerido, já que a eficiência da sucção também é variável. Segundo Luciano Borges, do Departamento de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria, o importante é prestar atenção no intervalo entre as mamadas. Ele costuma ser de duas a quatro horas. “Se passar disso, é preocupante. Informe o médico”, diz.

14. É aconselhável acordar o bebê para mamar durante a madrugada?
Se você faz parte do time das sortudas que, em vez de ter o sono interrompido pelo pequeno, estão em dúvida se devem ou não despertá-lo para dar leite no meio da noite, os médicos recomendam que se fique tranquila. “Quando o bebê está bem e ganhando peso normalmente, não há a necessidade de acordá-lo”, explica o pediatra Luciano Borges. Ary Lopes, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas, de São Paulo, concorda.

15. Como saber se a criança mamou o suficiente?
A única maneira de ter certeza é verificar o ganho de peso nas consultas pediátricas. “Para ter uma ideia se o pequeno está satisfeito, preste atenção nas pistas dadas por ele: logo após mamar, deve estar bem relaxado e tranquilo. Além disso, a quantidade de xixi feita ao longo do dia deve ser suficiente para seis fraldas”, explica a consultora em amamentação Lívia Teixeira, do Consultório de Aleitamento Materno, de Salvador.

16. O que posso comer ou fazer para aumentar a quantidade de leite?
Não existe um alimento que cumpra essa função. O maior estímulo para a produção de leite é a própria sucção do bebê. Além disso, você deve ingerir bastante água – uma matéria-prima essencial a esse processo.

“É importante esvaziar o peito para que a produção não pare. Então, se o bebê não mamar todo o leite disponível, ordenhe as mamas até ficarem vazias”, alerta a consultora em amamentação Lívia Teixeira, do Consultório de Aleitamento Materno, de Salvador.

17. Como esvazio as mamas?
Coloque o dedo indicador e o polegar na linha da auréola e empurre a mama em direção ao tórax, fazendo um movimento como se quisesse aproximar os dois dedos. “Dessa forma, pressionam-se os dutos e o leite sai”, explica Lívia Teixeira, do Consultório de Aleitamento Materno, de Salvador.

Existem acessórios que também fazem esse trabalho, mas o pediatra Luciano Borges alerta: “É preciso muito cuidado com os ordenhadores mecânicos, pois alguns modelos podem causar problemas, como fissuras nos seios”.

A técnica pode ser aplicada antes da amamentação para deixar as mamas mais flexíveis e ao longo do dia, quando a mãe sentir que os seios cheios estão provocando dor.

18. Quando o leite acaba, a produção está encerrada de vez?
Primeiro, é preciso derrubar um mito: o leite não acaba. O que acontece muitas vezes, segundo o pediatra Luciano Borges, é que a falta de estímulo para a amamentação bloqueia a produção do líquido. “Um trauma psicológico que afete a mulher ou simplesmente a ausência de sucção do bebê, devido à introdução de mamadeira, por exemplo, são algumas das causas mais comuns”, diz. Mas isso pode ser revertido.

Para que as mamas voltem à ativa, nada melhor que o estímulo do próprio bebê. “As mães só não podem confundir ‘leite secando’ com uma diminuição da produção, que é normal e significa apenas que mãe e bebê estão entrando em equilíbrio, ou seja, ela produz apenas a quantidade de que ele necessita”, explica o pediatra. Se a mãe continuar insegura ou o problema não for normalizado em curto espaço de tempo, é bom consultar o médico.

19. Posso dar água ao bebê que está no aleitamento materno exclusivo?
Não. O leite materno já contém água suficiente em sua composição para hidratar o pequeno. “Esse é o alimento mais completo que existe. Não é preciso oferecer mais nada à criança durante os seus seis primeiros meses de vida”, explica o pediatra e nutrólogo Ary Lopes.

20. Meu filho sempre engasga. É normal?
“Isso pode ser sinal de que o bebê não está mamando corretamente”, aponta o pediatra Luciano Borges. Ou ainda de que o leite esteja saindo com muita força. Nesse caso, o jeito é tirar a criança do peito, limpá-la e voltar quando a respiração do pequeno estiver normal. “Não há motivo para se preocupar”, diz Borges.

Para saber se a causa do engasgo é a mamada incorreta, cheque alguns pontos. A criança deve ficar bem de frente para as mamas, com a cabeça e o tronco alinhados, as nádegas apoiadas, o queixo tocando o seio, a boca bem aberta e o lábio inferior voltado para fora. “Certifique-se de que a auréola do seio está mais visível acima da boca do bebê do que abaixo. Olhe também para as bochechas do pequeno – que devem estar arredondadas – e preste atenção se há algum barulho além do da deglutição”, aconselha a consultora em amamentação Lívia Teixeira.

Fonte: http://bebe.abril.uol.com.br/0_12/alimentacao/duvidas-amamentacao.php?pagina=dieta-recomendada&number=0.
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Não existe leite mais forte ou mais fraco

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Essa é para todas aquelas mamães que temam em dar outra alimentação para os seus filhos recém-nascidos.
Stockxpert
Ao mamar, a boca do bebê deve estar bem aberta, abocanhando quase toda a auréola e não somente o bico do peito
Há cerca de 30 anos, mamães de primeira viagem recebiam a orientação de oferecer a mamadeira com suco para o bebê já com 30 dias. Aos dois meses, era hora de dar a papinha de frutas e, aos quatro meses, a criança já ganhava almoço e jantar.

.Com todo o conhecimento que se tem hoje sobre os benefícios da amamentação, esse passado recente soa quase como heresia. Cada vez mais estudos indicam que o aleitamento materno exclusivo até os seis meses de idade reforça o sistema imunológico da criança e previne doenças como diarreia, pneumonia, obesidade, alergias e diabetes.

Como a mudança de orientação é recente, é natural que as mães ouçam conselhos do tipo "só o seu leite não vai matar a sede e a fome do bebê". Mas a afirmação é um mito. "O leite materno fornece à criança todos os nutrientes necessários, em quantidades suficientes, na proporção e biodisponibilidade adequadas. Nem a mais e nem a menos", garante o pediatra e homeopata Moises Chencinski.


Ele lembra que, para garantir uma amamentação tranquila, é importante buscar orientações antes mesmo do nascimento do bebê. "Algumas mulheres têm o bico do seio invertido e o médico pode ensinar alguns exercícios para corrigir o problema até que o filho chegue", diz.


Além disso, ele sugere que a família programe com antecedência a rotina da casa de modo que a mãe fique livre de responsabilidades que a impeçam de amamentar nos horários indicados.


Chencinski afirma que o receio de que o leite materno "seja fraco" é comum entre as mães, mas a ideia não tem fundamento. O que pode acontecer, segundo o médico, é haver pouca quantidade de leite, o que pode ser contornado com estimulação adequada, hidratação e alimentação equilibradas e, eventualmente, uso de medicamentos.


A enfermeira Márcia Regina da Silva, coordenadora do Grupo de Apoio ao Aleitamento Materno do Hospital São Luiz, comenta que o início da amamentação e a hora de voltar ao trabalho são os dois momentos mais difíceis para a mãe. "É preciso ter consciência de que são fases complicadas, mesmo, e não achar que é falta de competência", aconselha.


O mais importante, ela diz, é que a mulher busque a orientação de um médico ou dos grupos de apoio ao aleitamento sempre que tiver algum problema, como leite empedrado ou fissuras no bico do seio. "A tendência é sempre tentar a receita de alguém primeiro, o que faz com que muitas mães acabem buscando ajuda especializada muito tarde, quando o bebê já está perto do desmame", conta.


Fonte: http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultnot/2009/08/01/ult4477u1908.jhtm.

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sexta-feira, 31 de julho de 2009

SOS Mata Atlântica (Xixi no Banho)


Esse vídeo é realmente fenomenal e auto-explicativo. Foi mandado para meu twitter pela SonhinhaFrancine. A mesma que foi candidata a prefeitura de São Paulo e é comentarista dos canais ESPN. Assistam é deem a opinião de vocês nos comentários!

quinta-feira, 30 de julho de 2009

V!o O refrigerante de leite da Coca-cola - VIO

 Quando você pensa que a humanidade inventou tudo que poderia inventar é a hora de se surpreender cada vez mais! A coca-cola conseguiu ao inventar o Vio ou V!o o seu novo produto. Um refrigerante a base de leite.  ISSO MESMO QUE VOCÊ ESTÁ LENDO, UM REFRIGERANTE FEITO COM LEITE.
vio-cola-cola
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A Coca-Cola está prestes a lançar seu mais novo produto: leite efervescente. A bebida irá misturar leite desnatado com água gaseificada, será aromatizada com frutas e adoçada com açúcar. Os cientistas que desenvolveram o produto em um laboratório da Coca em Atlanta garantiram que ele será embalado em uma garrafa de alumínio que evitará que o leite coalhe.
A novidade, batizada de Vio, terá quatro tipos de sabores diferentes. A Coca-Cola já começou a testar a comercialização do produto entre consumidores dos EUA. O site BevNET.com, especializado em pesquisas de indústrias de bebidas, testou o sabor cítrico do Vio e parece não ter gostado muito. “O gosto do leite é muito forte e, por isso, tem um pouco de nata. Não parece doce até que você consuma uma garrafa inteira”, disse o site.
A bebida faz parta de uma iniciativa da Coca-Cola chamada Projeto Vida, que visa desenvolver projetos à base de leite. A intenção é que o Vio possa ser vendido como opção de bebida saudável, mas cada garrafa contém 26 gramas de açúcar e 1,5 grama de gordura. A novidade será lançada primeiro nos Estado Unidos e, se bem sucedida, no mundo todo. Os produtores de leite estão esperançosos – acham que o projeto da Coca-Cola pode aumentar o consumo da bebida.
Fonte:http://www.megacubo.net/coca-cola-lanca-refrigerante-leite/
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O chiclete engolido pode ficar no sistema digestivo por sete anos?

Certamente você já foi avisado muitas vezes e, provavelmente, a maioria delas por sua própria mãe: você não deve engolir o chiclete, porque ele fica no seu sistema digestivo durante sete anos. Mas se isso fosse verdade, que tipo de problema causaria? Nosso sistema digestivo foi criado para dissolver e excretar o que ingerimos, em questão de horas, dias, no máximo, mas certamente, nunca anos.
Galeria de imagens digestivas 
Criança afegã fazendo bola de chiclete
Natalie Behring-Chisholm/Getty Images
É difícil não se espantar com o que é dito a crianças afegãs, como Anissa de 7 anos, que o chiclete engolido fica no sistema digestivo durante sete anos

O site referência em lendas urbanas, Snopes.com, pôs um fim aos rumores de que o chiclete ingerido fica em você durante anos, e a medicina confirma a conclusão do site. O gastroenterologista pediátrico, David Milov, diz à revista Scientific American que ele pode afirmar "com total convicção" de que o chiclete ingerido não fica em você durante sete anos.
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Isso porque seu sistema digestivo é bastante eficaz. Quando você engole o alimento, ele percorre o esôfago e vai até seu estômago . Lá, as enzimas e os ácidos passam a trabalhar nesse alimento, começando seu processo de destruição.
Do estômago, o alimento parcialmente digerido é levado para o intestino, onde - com ajuda de seu fígado e pâncreas - é decomposto em seus componentes. Esses componentes são usados para dar energia ao corpo. Os elementos do alimento que não podem ser usados são enviados ao cólon, onde serão processados em dejetos.
Geralmente, o chiclete é feito de quatro componentes gerais, e nosso corpo consegue destruir facilmente três deles. Os aromatizantes, adoçantes e amaciantes do chiclete não são usados na digestão humana. É a base de goma que gruda. A base de goma é feita principalmente de substâncias químicas sintéticas, que dão ao chiclete a propriedade de ser mastigável. Foi criada para resistir às propriedades digestivas da saliva na boca. 
Mas, uma vez engolida, mesmo a base de goma sendo exposta ao mesmo tratamento que o alimento comum, e depois de ser considerada inútil pelo sistema digestivo, ela segue o mesmo caminho que qualquer impureza.
A goma de mascar surgiu a sete mil anos atrás - pesquisadores descobriram massas de alcatrão com marcas de dentes humanos. A goma moderna surgiu durante a década de 1860, quando o general mexicano exilado Antonio Lopez de Santa Anna (que capturou Alamo em março de 1836) apresentou o chicle ao fabricante de goma Thomas Adams, que o transformou em chiclete. Mas a origem da lenda sobre engolir chiclete não é tão clara. Apesar das provas fornecidas pelas próprias pessoas que engolem chiclete, o boato continua. 
Talvez isso aconteça porque, mesmo raramente, surgem casos médicos em decorrência de chiclete engolido.
David Milov e alguns colegas escreveram no jornal Pediatrics sobre alguns estudos de caso de crianças que ignoraram os conselhos para não engolirem o chiclete e pagaram por isso. Um menino sofreu por dois anos constipação  crônica. Anos engolindo de cinco a sete chicletes por dia levaram a um "material fecal pegajoso, com aparência 'elástica'", que consistia principalmente de chiclete, que teve que ser aspirado do reto.
Ainda assim, o chiclete não fica em seu sistema digestivo por sete anos. O menino do episódio das fezes tinha apenas quatro anos quando foi submetido ao procedimento de remoção. É possível que o chiclete pudesse permanecer em seu trato por sete anos, mas a intervenção feita pelos médicos evitou isso. Dessa forma, embora ele sempre seja citado em defesa dos receios das mães, a marca de sete anos continua evasiva. 
Fonte: http://saude.hsw.uol.com.br/chiclete-sete-anos.htm
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terça-feira, 28 de julho de 2009

Quem nasceu primeiro? O ovo ou a galinha?

Essa eu retirei de uma dica do twitter do Cisoxp. Vejam como é interessante e se quiserem, coloquem o seu ponto de vista nos comentários!

A insistência dos crentes em impor sua crença pessoal como fato histórico e científico tem gerado ao longo dos anos um certo medo e respeito não merecido por partes das pessoas. No último dia 25 de Julho, no programa Você é Curioso? da rádio Bandeirantes, um biólogo foi convidado para responder à questão “quem nasceu primeiro? O ovo ou a galinha”.


O biólogo explicou que foi o ovo porque a galinha é descendente evolucionárioa dos répteis que já botavam ovos. Até ai, tudo bem. O problema foi que logo após essa explicação o apresentador do programa leu a seguinte nota:
Gostaríamos de dizer que essa é a explicação da ciência. Existe outra explicação que é a religiosa, que diz que todos os animais nasceram juntos quando Deus criou o Mundo…Então está ai as duas explicações.
O problema com essa nota é que não existe duas explicação para essa questão. Não é necessário dar explicões aos possíveis ouvintes religiosos fundamentalistas disso ou daquilo com medo que sua fé pessoal seja atingida. O que temos é uma explicação cientifica e uma crença religiosa. A primeira apresenta evidência, estudos e um raciocínio lógico para sua explicação. E por isso merece ser chamado de explicação. A outra não. A religião oferece tão somente… fé. E uma fé cega que ignora mais de 100 anos de investigação e descobertas científicas.

Será que todos os apresentadores de rádio, televisão, repórteres, políticos etc, vão ter que ter medo e vão “ler notas” toda vez que falarem sobre a Teoria da Evolução de Charles Darwin?
Estarei sendo exagerado? Acho que não. Será que alguém ao falar sobre a forma redonda da Terra, a liberdade individual, a igualdade de diretos da mulheres e homens ou que a causa das doenças são vírus e bactérias vai ler “notas” lembrando que essas são opiniões do mundo dos homens e que a religião “tem outras explicações”. Afinal, o mesmo livro que diz que Deus criou todos os seres vivos também diz que a Terra é plana, que a escravidão de seres humanos é algo normal, que os homens são criaturas superiores as mulheres e que a causa das doenças são castigos divinos. Por coerência, todos teriam que ler notas explicativas toda vez que um desses assuntos fossem abordados, não? Porque ao se falar de evolução se tem que ler “notas” e para os outros assuntos não é necessário?
Sem medo, por favor
Fonte: http://obruxodesantos.haaan.com/?p=251
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segunda-feira, 27 de julho de 2009

Só 25% dos oncologistas orientam sobre fertilidade, mostra pesquisa

Tratamentos de câncer podem deixar homens e mulheres inférteis, mas apenas 25% dos oncologistas orientam seus pacientes jovens sobre o risco ou os encaminham a especialistas em reprodução, conclui uma pesquisa com 613 oncologistas americanos publicada no "Journal of Clinical Oncology".
A constatação levou a Asco (sociedade americana de oncologia clínica) a elaborar um novo guia com orientações sobre a preservação da fertilidade de pacientes com câncer.
Alguns tipos de droga quimioterápica, especialmente os usados no tratamento de linfomas, de leucemias e de câncer de mama, causam taxas de infertilidade que variam de 50% (mulheres) a 70% (homens).

O problema ocorre porque os remédios usados para matar as células cancerosas podem destruir também as células germinativas (que dão origem aos óvulos e aos espermatozoides).
No estudo, as principais dificuldades relatadas pelos médicos foram a conciliação entre a necessidade do início rápido da quimioterapia e o encaminhamento ao especialista em reprodução e as eventuais providências e custos desse encaminhamento -nem nos EUA nem no Brasil há cobertura dos planos de saúde para o congelamento de gametas.
Segundo o oncologista Paulo Hoff, diretor-executivo do Centro de Oncologia do Hospital Sírio-Libanês, hoje há uma série de manobras das quais o médico pode lançar mão para preservar a fertilidade da mulher ou do homem, embora ele reconheça que isso só seja aplicado em centros de referência.
"A gente pode propor uma menopausa [interromper a menstruação com drogas, preservando os ovários] antes do tratamento. Mas, se o caso é um câncer de retroperitônio [atrás da cavidade abdominal] no homem, cujo tratamento pode deixá-lo sem ejaculação, tem que guardar o sêmen antes."
 
Raridade
Essa atitude, porém, ainda é uma raridade no país, avalia o urologista Edson Borges Júnior, especialista em reprodução assistida. Ele estima que menos de 10% dos oncologistas brasileiros manifestam a preocupação com a preservação da fertilidade dos seus pacientes.
"Ontem mesmo atendi um jovem de 28 anos que teve câncer de testículo e tinha feito quatro sessões de quimioterapia quando foi encaminhado [para a clínica de reprodução] para congelamento [do sêmen]. Já estava azoospérmico [não produz mais espermatozoides]. É alarmante."
Na avaliação de Borges Júnior, não há mais justificativa para os oncologistas agirem dessa forma. "Para congelar o sêmen, você precisa de três dias para fazer duas ou três coletas. É muito rápido. Não tem nenhum tratamento médico que vá mudar em três, quatro dias."
O ginecologista Artur Dzik, diretor do serviço de reprodução do Hospital Pérola Byington, concorda. Ele explica que tanto as técnicas cirúrgicas como as de congelamento de óvulos, de esperma e de embriões evoluíram muito e que os pacientes oncológicos deveriam ser orientados sobre isso.
O ginecologista Eduardo Motta, professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), explica que hoje há esquemas mais rápidos que favorecem o processo de estimulação ovariana. "Antes, era preciso esperar a próxima menstruação, o que levava de um a dois meses e poderia atrasar o início do tratamento oncológico. Hoje, é possível fazer o bloqueio [do ciclo] em três dias e iniciar a estimulação [que demora em média 12 dias]."
O problema ainda tem sido a garantia de que os óvulos congelados irão resultar em gravidez. Se hoje as técnicas de criopreservação garantem taxas de 90% de preservação dos óvulos após o descongelamento, as taxas de gravidez ainda são pequenas. "São necessários ao menos 15 óvulos para uma gravidez viável", diz Motta.
Para Paulo Hoff, à medida que os tratamentos oncológicos têm mais sucesso, aumentando as taxas de cura, as expectativas de qualidade de vida crescem na mesma proporção. "Quando tínhamos a ideia de que o câncer era uma sentença de morte, qualquer tratamento que curasse a doença já era abraçado rapidamente. Agora, com chances de cura mais substanciais, as pessoas jovens querem saber se vão poder ter filhos. Esse é um questionamento cada vez mais comum no consultório."
Ele conta o caso de uma paciente com tumor uterino. "A preocupação maior dela não era nem se iria se curar, mas se perderia o útero. Felizmente, conseguimos preservá-lo."

Editoria de Arte/Folha Imagem
 
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u600807.shtml
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Vinho tinto pode aumentar a libido feminina

Uma pesquisa de uma universidade italiana afirma que o consumo moderado de vinho tinto pode aumentar a libido sexual feminina. O estudo da Universidade de Florença foi feito com 798 mulheres italianas entre 18 e 50 anos na região de Chianti, na Toscana.


Elas foram classificadas em três grupos conforme o hábito diário de consumo de vinho: as que consomem entre uma ou duas taças de vinho, as que não consomem vinho e as que bebem mais de duas taças.
As mulheres - todas consideradas sexualmente saudáveis - responderam questionários com 19 perguntas sobre sexualidade. Os questionários medem o índice FSFI (Female Sexual Function Index, em inglês), uma medida usada em outros estudos científicos sobre sexualidade feminina.
O grupo que apresentou os maiores índices de desejo sexual, de acordo com as respostas dos questionários, foram as mulheres que consomem uma ou duas taças de vinho por dia. Os pesquisadores do estudo fazem duas ressalvas sobre o estudo.
"Nenhuma diferença significativa foi encontrada entre os grupos em relação à incitação, satisfação, dor e orgasmo", afirmam os cientistas no artigo publicado na revista científica Journal of Sexual Medicine.
"Enquanto este resultado precisa ser interpretado com cautela, devido ao pequeno número da amostragem ... e pela falta de dados de exames de laboratório, ainda assim o estudo sugere potencialmente uma correlação entre o consumo de vinho tinto e melhor sexualidade."
Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3893876-EI8147,00-Vinho+tinto+pode+aumentar+a+libido+feminina+diz+estudo.html
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Perguntas e Respostas sobre gripe suína

Olá Pessoal como vão? Espero que estejam bem. Recebi um e-mail que possuie várias perguntas e respostas sobre a gripe suína e resolvi passa-los a vocês. Espero que ele tira bastante dúvidas relativos a gripe suína. Caso haja alguma dúvida façam a pergunta via e-mail pelo fomulário ao lado ou deixem um comentário na postagem logo abaixo. Sintam-se a vontade.

Amsterdan

  PERGUNTA RESPOSTA
1.-  Quanto tempo dura vivo o vírus suíno numa maçaneta ou superfície lisa?  Até 10 horas.
2. - Quão útil é o álcool em gel para limpar-se as mãos?  Torna o vírus inativo e o mata.
3.-  Qual é a forma de contágio mais eficiente deste vírus?  A mucosa do nariz, boca e olhos. Via aérea não é a mais efetiva para a transmissão do vírus, o fator mais importante para que se instale o vírus é a umidade, o vírus não voa e não alcança mais de um metro de distância.
4.-  É fácil contagiar-se em aviões?  Não, é um meio pouco propício para ser contagiado.
5.-  Como posso evitar contagiar-me? Não passar as mãos no rosto, olhos, nariz e boca. Não estar com gente doente. Lavar as mãos mais de 10 vezes por dia.
6.-  Qual é o período de incubação do vírus? Em média de 5 a 7 dias e os sintomas aparecem quase imediatamente.
7.-  Quando se deve começar a tomar o remédio? Imediatamente. Dentro das 72 horas os prognósticos são muito bons, a melhora é de 100%
8.-  De que forma o vírus entra no corpo? Por contato, ao dar a mão ou beijar-se no rosto e pelo nariz, boca e olhos.
9.-  O vírus é mortal? Não, o que ocasiona a morte é a complicação da doença causada pelo vírus, que é a pneumonia.
10.-  Que riscos têm os familiares de pessoas que faleceram?  Podem ser portadores e formar uma rede de transmissão.
11.-  A água de tanques ou caixas de água transmite o vírus?  Não, porque contém químicos e está clorada
12.-  O que faz o vírus quando provoca a morte?  Uma série de reações, como deficiência respiratória, a pneumonia severa é o que ocasiona a morte.
13.-  Quando se inicia o contagio, antes dos sintomas ou até que se apresentem?  Desde que se tem o vírus, antes dos sintomas.
14.-  Qual é a probabilidade de recair com a mesma doença? Nenhuma, de 0%, porque fica-se imune ao vírus suíno.
15.-  Onde encontra-se o vírus no ambiente?  Quando uma pessoa portadora espirra ou tosse, o virus pode ficar nas superfícies lisas como maçanetas, dinheiro, papel, documentos, sempre que houver umidade. Já que não será esterilizado o ambiente, se recomenda extremar a higiene das mãos.
17.-  O vírus ataca mais às pessoas asmáticas?  Sim, são pacientes mais suscetíveis, mas ao tratar-se de um novo germe todos somos igualmente suscetíveis.
18.-  Qual a faixa etária da população que está está sendo atacada por este vírus? De 20 a 50 anos de idade.
19.-  É útil a máscara para cobrir a boca? Existem algumas de maior qualidade que outros, mas se você não está doente é pior, porque os vírus, pelo seu tamanho, a atravessam como se esta não existisse e ao usar a máscara, cria-se na zona entre o nariz e a boca um microclima úmido próprio ao desenvolvimento viral: mas se já está infectado use-a para não infectar aos demais, apesar de que é apenas relativamente eficaz.
20.-  Posso fazer exercício ao ar livre?  Sim, o vírus não anda no ar nem tem asas.
21.-  Serve para algo tomar Vitamina C? Não serve para nada para prevenir o contagio deste vírus, mas ajuda a resistir ao seu ataque.
22.-  Quem está a salvo desta doença ou quem é menos suscetível? A salvo não esta ninguém, o que ajuda é a higiene dentro de lar, escritórios, utensílios e não ir a lugares públicos.
23.-  O vírus se move? Não, o vírus não tem nem patas nem asas, a pessoa é quem o coloca dentro do organismo.
24.-  Os mascotes contagiam com o vírus? Com este vírus não, provavelmente contagiem com outro tipo de vírus.
25.-  Se vou ao velório de alguém que morreu desse vírus posso me contagiar? Não.
26.-  Qual é o risco das mulheres grávidas com este vírus?  As mulheres grávidas têm o mesmo risco, mas por dois, podem tomar os antivirais, mas somente em caso de de contagio e com estrito controle médico.
27.-  O feto pode ter lesões se uma mulher grávida se contagia com este vírus?  Não sabemos que estragos possa fazer no processo, já que é um vírus novo.
28.-  Posso tomar acido acetilsalicílico (aspirina)?  Não é recomendável, pode ocasionar outras doenças, a menos que se tenha prescrição por problemas coronários, nesse caso é melhor seguir tomando.
29.-  Serve para algo tomar antivirais antes dos síntomas?  Não serve para nada.
30.-  As pessoas com AIDS, diabetes, câncer, etc., podem ter maiores complicações que uma pessoa sadia se contagiam com o vírus?  SIM.
31.-  Uma gripe convencional forte pode se converter em influenza?  NAO.
32.-  O que mata o vírus? O sol, mais de 5 dias no meio ambiente, o sabão, os antivirais, álcool em gel.
33.-  O que fazem nos hospitais para evitar contágios a outros doentes que não têm o vírus?  O isolamento.
34.-  O álcool em gel é efetivo?  SIM, é muito efetivo.
35.-  Se estou vacinado contra a influenza sazonal sou inócuo a este vírus?  Não, a vacina não serve para nada, ainda não existe vacina para este vírus.
36.-  Este vírus está sob controle?  Não totalmente, mas estão tomando medidas agressivas de contenção.
37.-  O que significa passar de alerta 4 a alerta 5?  A fase 4 não faz as coisas diferentes da fase 5, significa que o vírus se propagou de Pessoa a Pessoa em mais de 2 países; e fase 6 é que se propagou em mais de 3 países.
38.-  Aquele que se infectou deste vírus e se curou, fica imune?  SIM.
39.-  As crianças com tosse e gripe têm influenza?  É pouco provável, pois as crianças são pouco afetadas.
40.-  Medidas que as pessoas que trabalham devam tomar?  Lavar as mãos muitas vezes ao dia.
41.-  Posso me contagiar ao ar livre?  Se há pessoas infectadas e que tussam e/ou espirrem perto, o contágio pode acontecer, mas a via aérea é um meio de pouco contágio.
42.-  Pode-se comer carne de porco?  SIM, pode e não há nenhum risco de contágio.
43.-  Qual é o fator determinante para saber que o vírus já está controlado?  Ainda que se controle a epidemia agora, no inverno boreal (hemisfério norte) pode voltar e ainda não haverá uma vacina.
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