quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Presentes na luz do sol, raios UV podem ser nocivos

Divulgação/NasaEssa é para todos aqueles que tem alguma dúvida sobre a radiação solar e como os protetores ajudam a nos proteger.
A radiação emitida pelo sol é composta por ondas eletromagnéticas de diversos comprimentos. Ao conjunto dessas ondas é dado o nome de espectro luminoso. A luz que podemos enxergar, chamada luz visível, corresponde apenas a uma pequena faixa do espectro e vai do comprimento de onda vermelho até o violeta.
As ondas abaixo do vermelho são denominadas de raios infravermelhos e aquelas acima do violeta correspondem à radiação ultravioleta. Esses tipos de raios não são visíveis ao olho humano.


Radiação ultravioleta e camada de ozônio

A radiação ultravioleta, também conhecida pela sigla UV, pode ser subdividida em três tipos de raios, UVC, UVB e UVA, de acordo com o seu comprimento de onda. A camada de ozônio que envolve a Terra consegue absorver grande parte desses raios, impedindo que boa parte deles chegue à superfície terrestre.


Essa camada protetora vem, no entanto, sendo destruída por produtos fabricados pelo homem e se tornando mais fina em diversas regiões do planeta, originando os famosos buracos na camada de ozônio. Uma das regiões mais afetadas é a Antártida, mas os Estados Unidos, a China e o Japão também já estão apresentando sinais do problema.


Perigos dos raios UV

Os raios UV podem causar sérios danos à saúde, como o envelhecimento precoce, o câncer de pele, problemas oculares e até mesmo alterações no sistema imunológico.


Os raios UVB são responsáveis por queimaduras na pele, ou seja, por aquelas manchas vermelhas e ardidas que surgem quando vamos à praia sem protetor solar. Já os raios UVA não provocam essa reação superficial. Porém, são capazes de penetrar em camadas mais profundas. A exposição excessiva a esses raios, ao longo do tempo, danifica a pele e favorece o surgimento de câncer.


Ao atingir os olhos, essa radiação pode provocar o surgimento da catarata, doença caracterizada por lesões oculares que tornam o cristalino (espécie de lente dos nossos olhos) opaco, levando à perda parcial ou total da visão.


Os cientistas estimam que, para cada 1% de perda da camada de ozônio, podem surgir cerca de 50 mil novos casos de câncer e 100 mil problemas oftalmológicos ao redor do mundo.


Protetor solar

Para nos protegermos dos efeitos nocivos dos raios UV devemos tomar alguns cuidados. Um deles é evitar se expor ao sol entre dez da manhã e três da tarde, horário em que o sol é mais forte. Além disso, ao praticar atividades ao ar livre ou ao passar o dia na praia, devemos nos proteger com chapéus, óculos de sol e aplicar o protetor solar.


O protetor solar atua como uma barreira química que absorve os raios UV, impedindo que eles danifiquem a pele. Protetores que formam uma camada opaca sobre o corpo atuam também como uma barreira física, refletindo a luz solar.


O fator de proteção solar (FPS) indica o grau de proteção contra os raios UVB. O número do FPS indica quanto tempo você pode ficar exposto ao sol antes de começar a se queimar. Por exemplo, uma pessoa que costuma ficar vermelha depois de dez minutos de exposição, com um protetor de FPS 8 começará a se queimar após 80 minutos, com FPS 15 após 150 minutos, e assim por diante.


Ao comprar um protetor solar devemos procurar produtos que ofereçam proteção tanto contra os raios UVB como contra os raios UVA, além de escolher um FPS adequado ao nosso tipo de pele.


Benefícios dos raios UV

Embora a exposição excessiva aos raios UV possa ser prejudicial, em pequenas quantidades ela é benéfica. Isso porque esses raios estimulam a produção de vitamina D pelo organismo. Esta vitamina promove a absorção do cálcio, mineral essencial para a boa formação de dentes e ossos.


A radiação ultravioleta também é utilizada em diversas áreas e objetos do nosso cotidiano. As lâmpadas fluorescentes emitem raios UV, que são filtrados por uma camada interna e transformados em luz visível; por não produzir calor, essas lâmpadas também são chamadas de "luz fria".


A luz negra também emite raios UV e possui diversas aplicações, como leitores óticos, enfeites de festas e lanternas. A indústria química utiliza esses raios em um procedimento de análise química conhecido como espectrofotometria e na marcação de substâncias orgânicas e inorgânicas.



Fonte:http://educacao.uol.com.br/biologia/radiacao-ultravioleta.jhtm


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Imagens tridimensionais revelam detalhes de aranhas pré-históricas

Cientistas do Imperial College London usaram equipamentos de tomografia computadorizada e programas de computação gráfica para criar imagens tridimensionais de fósseis de duas espécies de aranhas que viveram há 300 milhões de anos.
  • Cortesia do Natural History Museum e Imperial College Estudos revelam que as espécies analisadas são "parentes próximas" de aranhas modernas
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.Apesar de tão antigas, as espécies Cryptomartus hindi e Eophrynus prestvicii são "parentes próximas" de aranhas modernas. A tecnologia já havia sido usada antes, mas poucas vezes em fósseis tão antigos, que mostram o início da vida na Terra.

As imagens tridimensionais revelam detalhes até então desconhecidos das criaturas, como mecanismos de defesa e hábitos predadores, e dão aos cientistas uma ideia melhor do que se passava no período, anterior ao dos dinossauros.

Os resultados foram publicados na revista especializada "Biology Letters". Os cientistas fizeram cerca de 3 mil imagens de cada fóssil. O software desenvolvido pelo Imperial College London foi usado para juntar todas as imagens em um modelo virtual único, detalhado e tridimensional das aranhas.

Medidas defensivas

As imagens tridimensionais revelam que as patas dianteiras da Cryptomartus hindi estavam direcionadas para a frente, sugerindo que a aranha poderia usá-las para agarrar suas presas.

Os pesquisadores sugerem que o animal, provavelmente, era "um predador que caçava por emboscada" como a moderna aranha caranguejeira, que aguarda escondida a aproximação da presa.

Os pesquisadores também concluíram que a outra espécie, a Eophrynus prestvicii, tinha espinhos nas costas, provavelmente como medida de defesa para torná-la menos palatável aos anfíbios, que seriam seus predadores naturais.

"Nossos modelos quase trazem essas criaturas de volta à vida e é muito excitante conseguir examiná-las em tantos detalhes", disse o pesquisador Russel Garwood, do Imperial College London e principal autor do estudo. "Nosso estudo ajuda a construir uma imagem do que estaria acontecendo neste período do início da história da vida na Terra."

A técnica também poderá ser usada para re-examinar fósseis do mesmo período, já analisados pelos meios convencionais, disseram os cientistas.
Fonte: 
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terça-feira, 4 de agosto de 2009

Garoto sobrevive a decapitação interna e volta a dirigir

Chris Stewart em seu Mini-cooper de corrida em 2006 (Cortesia da família)
Chris Stewart é um dos raros sobreviventes de decapitações internas


Um adolescente de 14 anos que sobreviveu a uma "decapitação interna" – ele teve o crânio separado do restante do esqueleto após um acidente com um carro de corrida – está de volta ao volante.
Chris Stewart tinha 12 anos quando o Mini-cooper que dirigia se chocou contra uma barreira durante uma corrida júnior no condado de Hampshire, sul da Inglaterra, em setembro de 2006.
Com o impacto, seu crânio e pescoço foram separados e a cabeça ficou presa ao corpo somente por pele e músculo.
Em uma cirurgia que durou mais de seis horas, os médicos tiveram de usar pinos e placas de titânio para conectar novamente as duas partes.
Foi o sexto caso conhecido de sobrevivência a esse tipo de incidente, disseram os médicos. Em situações semelhantes, os pacientes ficaram paralíticos.
"A recuperação não pode ser descrita como algo menos que um milagre", disse a mãe do menino, Debbie, 43.
Foram necessários nove meses para que Chris, cujas chances de sobrevivência não superavam 10%, voltasse a falar e se alimentar, já que sua língua também se partiu na base.
Ele conseguiu a proeza de voltar a andar pouco depois do acidente, e agora o s médicos deram o sinal verde para que voltasse também ao banco do motorista.
Raio-x da lesão (Cortesia da família)
Médicos usaram pinos e placas de titânio para reconectar partes separadas
Mas a mãe o proibiu de dirigir carros de corrida. Chris já visitou três vezes neste ano uma pista de kart perto de sua casa.
"É uma recuperação sem igual. Algo que nunca teríamos contemplado em setembro de 2006", disse Debbie.
"Eu ainda tenho dificuldade de entender às vezes, e fico emocionada de estar perto dele sabendo que temos sorte de ainda tê-lo."
Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/08/090804_garoto_sobrevive_pu.shtml
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sábado, 1 de agosto de 2009

20 dúvidas sobre amamentação

.Bom sabemos da importância da amamentação, todavia existem muitos mitos e dúvidas... Vejamos a seguir essa excelente materias tirada do site bebe.com.br  Ah, e não esqueça, o www.danbio.net não é um site médico, qualquer dúvida sobre medicação e procedimentos faça uma pergunta a seu médico!
Depois de longos nove meses de espera, o bebê chegou. Juntamente com ele, nasce uma porção de questionamentos sobre o principal cuidado com o pequeno nessa fase: a alimentação. Para esclarecer todos eles, reunimos um time de experts em aleitamento materno. Leia nosso dossiê e seja você também uma especialista no assunto

1. Qual a dieta mais recomendada durante a amamentação?
2. Existem restrições alimentares? O que não devo comer?
3. Posso fazer regime durante a amamentação para diminuir as medidas?
4. Não estou voltando ao meu peso. Como emagrecer?
5. Adoçantes e outros alimentos light e diet estão liberados?
6. E os remédios? Devo manter as mesmas restrições da gravidez?
7. Posso tomar pílula anticoncepcional?
8. É possível engravidar durante a fase de amamentação?
9. Por quanto tempo deve-se amamentar a criança?
10. Meu bebê só quer o peito, embora já esteja na idade de comer outros alimentos. O que faço?
11. Prótese de silicone nos seios atrapalha o aleitamento?
12. Como fazer o bebê arrotar? Existe algum problema se isso não acontecer?
13. Quanto tempo deve durar cada mamada? Qual o intervalo ideal entre elas?
14. É aconselhável acordar o bebê para mamar durante a madrugada?
15. Como saber se a criança mamou o suficiente?
16. O que posso comer ou fazer para aumentar a quantidade de leite?
17. Como esvazio as mamas?
18. Quando o leite acaba, a produção está encerrada de vez?
19. Posso dar água ao bebê que está no aleitamento materno exclusivo?
20. Meu filho sempre engasga. É normal?
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.1. Qual a dieta mais recomendada durante a amamentação?
Não existe um cardápio pré-determinado. O ideal é que a mãe se alimente da forma mais saudável possível, dedicando especial atenção aos líquidos. “A mulher costuma sentir muita sede nessa fase porque a água é matéria-prima para a fabricação do leite”, explica o pediatra Luciano Borges, vice-presidente do Departamento de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria.

Outra dica é fazer várias refeições balanceadas ao longo do dia. “O bebê rouba os nutrientes da mãe, por isso o organismo dela deve estar o mais equilibrado possível”, informa o nutrólogo e pediatra Ary Lopes Cardoso, do Instituto da Criança, do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Os especialistas concordam: comer cinco ou seis vezes ao dia e investir em frutas e fibras, além de não abusar dos doces, é um ótimo caminho.

2. Existem restrições alimentares? O que não devo comer?
A princípio, não há alimento proibido para a nutriz – nome dado à mãe que amamenta. Se houver alguma reação negativa do bebê em aleitamento materno exclusivo, aí, sim, pode-se suspeitar de sensibilidade ou alergia alimentar a alguma substância que a mulher tenha ingerido.

Segundo o nutrólogo Ary Lopes, os campeões nesse processo são: leite de vaca, castanhas como o amendoim, frutos do mar e carne de porco. Mas, antes de pensar em eliminar os itens do cardápio, é preciso que o médico constate a ligação entre eles e as cólicas do bebê.

O álcool deve ser evitado. A substância pode dificultar a absorção de nutrientes pela mãe, além de ser absorvido pela criança através do leite materno. Já fontes de cafeína precisam ser consumidas com moderação. “O recomendado são até duas xícaras de café por dia”, orienta o nutrólogo Celso Cukier, do Instituto de Metabolismo e Nutrição, de São Paulo. Segundo o médico, não se sabe se a substância é prejudicial aos pequenos. Por isso, o melhor é não

3. Posso fazer regime durante a amamentação para diminuir as medidas?
Cortar calorias é perigoso, já que o organismo precisa de muita energia para produzir o leite materno. “Dietas rigorosas nessa fase podem implicar em perda de massa magra, ou seja, músculos e energia”, explica o nutrólogo Ary Lopes.

Para alimentar o seu bebê, estima-se que as mulheres precisam de 20% a mais de calorias do que as necessárias em outra fase da vida. Isso significa o total médio de 2,4 mil calorias diárias. Portanto, não se preocupe: invista em uma alimentação saudável e o ato de amamentar fará você voltar ao seu peso normal gradualmente.

4. Não estou voltando ao meu peso. Como emagrecer?
Basta aliar a dieta saudável aos exercícios físicos. Entre 30 a 40 dias depois do nascimento do bebê, você pode começar a caminhar cerca de uma hora e meia por dia. Mas mantenha seu médico informado sobre as atividades que pratica.

“Depois de três meses, a mãe já está liberada para fazer esportes normalmente. Se for atleta, pode voltar aos treinos. Caso esteja iniciando, é melhor optar por atividades aeróbicas, como a caminhada”, explica o nutrólogo Ary Lopes. O especialista enfatiza que o gasto calórico durante a amamentação é bem alto, daí a necessidade de se alimentar corretamente.

5. Adoçantes e outros alimentos light e diet estão liberados?
Não existe consenso sobre os malefícios desses produtos para a saúde da criança. Porém, como diversas pesquisas apontam nessa direção, a recomendação dos médicos é fazer um uso leve ou moderado das substâncias.

“Elas não são saudáveis. O melhor é usar açúcar mesmo, mas em menor quantidade”, aconselha o pediatra Luciano Borges. O nutrólogo Celso Cukier lembra que 1 grama de açúcar tem apenas 4 calorias.

Se mesmo assim a mãe quiser fazer uso de adoçantes, o ideal é que não passe de dois envelopes por dia (ou duas colheres de café, se for pó, ou dez gotas, se for adoçante líquido). Os produtos light e diet também não devem ser consumidos à vontade. “Como são utilizadas moléculas químicas para produzir o sabor adocicado, podem não fazer bem para o organismo”, explica Celso.

Ary Lopes, pediatra e nutrólogo, resume a orientação: “Durante o aleitamento, não é hora de contar calorias, e sim selecionar melhor os alimentos”.

6. E os remédios? Devo manter as mesmas restrições da gravidez?
Durante a amamentação, vários medicamentos estão liberados. Mas, para ter certeza do que você pode ou não pode tomar, é essencial consultar o médico. No pós-parto, assim como em qualquer fase de vida, a automedicação nunca deve ser praticada.

7. Posso tomar pílula anticoncepcional?
Apenas as que não contêm estrógeno em sua composição. “Acredita-se que esse hormônio feminino possa chegar ao bebê pelo leite, o que causaria o desequilíbrio hormonal na criança”, explica o obstetra e ginecologista Luiz Fernando Leite, do Complexo Santa Joana/Pro Matre, em São Paulo. Para as mulheres que amamentam, o médico recomenda pílulas de progesterona, anticoncepcionais injetáveis, subcutâneos ou DIU. “Esse último só pode ser colocado 50 ou 60 dias após o parto”, esclarece Leite.

8. É possível engravidar durante a fase de amamentação?
Sim. Por isso a importância de utilizar algum método anticoncepcional caso outro bebê não esteja nos planos do casal tão a curto prazo. “A prolactina, o hormônio responsável pela produção de leite no organismo feminino, inibe a gravidez, mas não se sabe até que ponto”, explica o obstetra Luiz Fernando Leite.

Segundo o médico, é importante dar início ao uso de algum contraceptivo cerca de 30 ou 40 dias após o nascimento do bebê.

9. Por quanto tempo deve-se amamentar a criança?
A Organização Mundial da Saúde e o Ministério da Saúde recomendam a amamentação exclusiva por seis meses. O pediatra Luciano Borges ressalta que mesmo as mães que voltam ao trabalho antes desse tempo podem continuar alimentando o bebê só com o leite do peito. “É possível ordenhar o leite e, durante o período em que a mulher estiver fora, pedir para alguém dar o líquido à criança utilizando um copo específico para esse fim”, diz. O especialista alerta para que se mantenha o pequeno longe de mamadeiras – mais fácil para o bebê sugar, ela tende a desestimular a amamentação direta no peito.

Após os seis meses, o Ministério da Saúde recomenda que o leite materno continue sendo oferecido em parceria com a alimentação complementar. Isso pode se estender até os 2 anos de idade ou mais. Borges ressalta ainda que a introdução de novos alimentos provoca a diminuição gradual no número de mamadas ao longo do dia. Assim, naturalmente, acontece o desmame.

10. Meu bebê só quer o peito, embora já esteja na idade de comer outros alimentos. O que faço?
Essa situação é bastante comum. “Uma boa tática é passar para o pai ou outra pessoa próxima a função de alimentar a criança, pois ela tende a associar a mãe com a amamentação, recusando outro alimento”, explica o pediatra Luciano Borges.

Insista até o bebê aprender a comer. Para isso, vale conversar com a criança e estipular horários de mamar e horários de comer a papinha, a sopa... “É uma estratégia eficiente, inclusive, para educar e estabelecer limites à criança”, explica a consultora de amamentação Lívia Teixeira, do Consultório de Aleitamento Materno, de Salvador.

11. Prótese de silicone nos seios atrapalha o aleitamento?
Em geral, as próteses não interferem nesse processo porque são colocadas abaixo da glândula mamária ou atrás do músculo peitoral. Nessa posição, não influenciam a produção de leite.

Para o pediatra Luciano Borges, no entanto, quando a quantidade de silicone é muito grande e desproporcional ao peito, é possível, sim, haver problemas. O especialista Ary Lopes concorda: “Por causa da cirurgia, a anatomia e a pressão dos dutos que irrigam as mamas podem ser alteradas”, explica.

Algo semelhante pode acontecer nas cirurgias redutoras de seios. “Se o tecido mamário for lesionado, a produção de leite sofrerá as consequências”, afirma Luciano Borges.

12. Como fazer o bebê arrotar? Existe algum problema se isso não acontecer?
Após a mamada, a mãe deve segurar a criança no colo e deixar o corpo dela o mais em pé possível, com a cabecinha apoiada no ombro, por cerca de dez minutos. “Vale dar os clássicos tapinhas nas costas para agilizar o processo”, recomenda o pediatra Ary Lopes.

O arroto é provocado pela ingestão de ar durante a sucção feita pelo bebê. Assim, se ele pegar o peito de forma correta e mamar bem, é possível que não arrote. “Isso não deve ser motivo de preocupação para os pais”, acalma o vice-presidente do Departamento de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria, Luciano Borges.

13. Quanto tempo deve durar cada mamada? Qual o intervalo ideal entre elas?
Varia muito de criança para criança, pois cada uma tem o seu jeito próprio de se alimentar. O pediatra e nutrólogo Ary Lopes estima que cerca de dez minutos em cada peito são mais do que suficientes – mas nos primeiros dias, quando o hábito começa a ser estabelecido, o tempo pode ser bem maior.

Vale explicar ainda que a duração da mamada não tem a ver com a quantidade de leite ingerido, já que a eficiência da sucção também é variável. Segundo Luciano Borges, do Departamento de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria, o importante é prestar atenção no intervalo entre as mamadas. Ele costuma ser de duas a quatro horas. “Se passar disso, é preocupante. Informe o médico”, diz.

14. É aconselhável acordar o bebê para mamar durante a madrugada?
Se você faz parte do time das sortudas que, em vez de ter o sono interrompido pelo pequeno, estão em dúvida se devem ou não despertá-lo para dar leite no meio da noite, os médicos recomendam que se fique tranquila. “Quando o bebê está bem e ganhando peso normalmente, não há a necessidade de acordá-lo”, explica o pediatra Luciano Borges. Ary Lopes, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas, de São Paulo, concorda.

15. Como saber se a criança mamou o suficiente?
A única maneira de ter certeza é verificar o ganho de peso nas consultas pediátricas. “Para ter uma ideia se o pequeno está satisfeito, preste atenção nas pistas dadas por ele: logo após mamar, deve estar bem relaxado e tranquilo. Além disso, a quantidade de xixi feita ao longo do dia deve ser suficiente para seis fraldas”, explica a consultora em amamentação Lívia Teixeira, do Consultório de Aleitamento Materno, de Salvador.

16. O que posso comer ou fazer para aumentar a quantidade de leite?
Não existe um alimento que cumpra essa função. O maior estímulo para a produção de leite é a própria sucção do bebê. Além disso, você deve ingerir bastante água – uma matéria-prima essencial a esse processo.

“É importante esvaziar o peito para que a produção não pare. Então, se o bebê não mamar todo o leite disponível, ordenhe as mamas até ficarem vazias”, alerta a consultora em amamentação Lívia Teixeira, do Consultório de Aleitamento Materno, de Salvador.

17. Como esvazio as mamas?
Coloque o dedo indicador e o polegar na linha da auréola e empurre a mama em direção ao tórax, fazendo um movimento como se quisesse aproximar os dois dedos. “Dessa forma, pressionam-se os dutos e o leite sai”, explica Lívia Teixeira, do Consultório de Aleitamento Materno, de Salvador.

Existem acessórios que também fazem esse trabalho, mas o pediatra Luciano Borges alerta: “É preciso muito cuidado com os ordenhadores mecânicos, pois alguns modelos podem causar problemas, como fissuras nos seios”.

A técnica pode ser aplicada antes da amamentação para deixar as mamas mais flexíveis e ao longo do dia, quando a mãe sentir que os seios cheios estão provocando dor.

18. Quando o leite acaba, a produção está encerrada de vez?
Primeiro, é preciso derrubar um mito: o leite não acaba. O que acontece muitas vezes, segundo o pediatra Luciano Borges, é que a falta de estímulo para a amamentação bloqueia a produção do líquido. “Um trauma psicológico que afete a mulher ou simplesmente a ausência de sucção do bebê, devido à introdução de mamadeira, por exemplo, são algumas das causas mais comuns”, diz. Mas isso pode ser revertido.

Para que as mamas voltem à ativa, nada melhor que o estímulo do próprio bebê. “As mães só não podem confundir ‘leite secando’ com uma diminuição da produção, que é normal e significa apenas que mãe e bebê estão entrando em equilíbrio, ou seja, ela produz apenas a quantidade de que ele necessita”, explica o pediatra. Se a mãe continuar insegura ou o problema não for normalizado em curto espaço de tempo, é bom consultar o médico.

19. Posso dar água ao bebê que está no aleitamento materno exclusivo?
Não. O leite materno já contém água suficiente em sua composição para hidratar o pequeno. “Esse é o alimento mais completo que existe. Não é preciso oferecer mais nada à criança durante os seus seis primeiros meses de vida”, explica o pediatra e nutrólogo Ary Lopes.

20. Meu filho sempre engasga. É normal?
“Isso pode ser sinal de que o bebê não está mamando corretamente”, aponta o pediatra Luciano Borges. Ou ainda de que o leite esteja saindo com muita força. Nesse caso, o jeito é tirar a criança do peito, limpá-la e voltar quando a respiração do pequeno estiver normal. “Não há motivo para se preocupar”, diz Borges.

Para saber se a causa do engasgo é a mamada incorreta, cheque alguns pontos. A criança deve ficar bem de frente para as mamas, com a cabeça e o tronco alinhados, as nádegas apoiadas, o queixo tocando o seio, a boca bem aberta e o lábio inferior voltado para fora. “Certifique-se de que a auréola do seio está mais visível acima da boca do bebê do que abaixo. Olhe também para as bochechas do pequeno – que devem estar arredondadas – e preste atenção se há algum barulho além do da deglutição”, aconselha a consultora em amamentação Lívia Teixeira.

Fonte: http://bebe.abril.uol.com.br/0_12/alimentacao/duvidas-amamentacao.php?pagina=dieta-recomendada&number=0.
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Não existe leite mais forte ou mais fraco

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Essa é para todas aquelas mamães que temam em dar outra alimentação para os seus filhos recém-nascidos.
Stockxpert
Ao mamar, a boca do bebê deve estar bem aberta, abocanhando quase toda a auréola e não somente o bico do peito
Há cerca de 30 anos, mamães de primeira viagem recebiam a orientação de oferecer a mamadeira com suco para o bebê já com 30 dias. Aos dois meses, era hora de dar a papinha de frutas e, aos quatro meses, a criança já ganhava almoço e jantar.

.Com todo o conhecimento que se tem hoje sobre os benefícios da amamentação, esse passado recente soa quase como heresia. Cada vez mais estudos indicam que o aleitamento materno exclusivo até os seis meses de idade reforça o sistema imunológico da criança e previne doenças como diarreia, pneumonia, obesidade, alergias e diabetes.

Como a mudança de orientação é recente, é natural que as mães ouçam conselhos do tipo "só o seu leite não vai matar a sede e a fome do bebê". Mas a afirmação é um mito. "O leite materno fornece à criança todos os nutrientes necessários, em quantidades suficientes, na proporção e biodisponibilidade adequadas. Nem a mais e nem a menos", garante o pediatra e homeopata Moises Chencinski.


Ele lembra que, para garantir uma amamentação tranquila, é importante buscar orientações antes mesmo do nascimento do bebê. "Algumas mulheres têm o bico do seio invertido e o médico pode ensinar alguns exercícios para corrigir o problema até que o filho chegue", diz.


Além disso, ele sugere que a família programe com antecedência a rotina da casa de modo que a mãe fique livre de responsabilidades que a impeçam de amamentar nos horários indicados.


Chencinski afirma que o receio de que o leite materno "seja fraco" é comum entre as mães, mas a ideia não tem fundamento. O que pode acontecer, segundo o médico, é haver pouca quantidade de leite, o que pode ser contornado com estimulação adequada, hidratação e alimentação equilibradas e, eventualmente, uso de medicamentos.


A enfermeira Márcia Regina da Silva, coordenadora do Grupo de Apoio ao Aleitamento Materno do Hospital São Luiz, comenta que o início da amamentação e a hora de voltar ao trabalho são os dois momentos mais difíceis para a mãe. "É preciso ter consciência de que são fases complicadas, mesmo, e não achar que é falta de competência", aconselha.


O mais importante, ela diz, é que a mulher busque a orientação de um médico ou dos grupos de apoio ao aleitamento sempre que tiver algum problema, como leite empedrado ou fissuras no bico do seio. "A tendência é sempre tentar a receita de alguém primeiro, o que faz com que muitas mães acabem buscando ajuda especializada muito tarde, quando o bebê já está perto do desmame", conta.


Fonte: http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultnot/2009/08/01/ult4477u1908.jhtm.

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sexta-feira, 31 de julho de 2009

SOS Mata Atlântica (Xixi no Banho)


Esse vídeo é realmente fenomenal e auto-explicativo. Foi mandado para meu twitter pela SonhinhaFrancine. A mesma que foi candidata a prefeitura de São Paulo e é comentarista dos canais ESPN. Assistam é deem a opinião de vocês nos comentários!

quinta-feira, 30 de julho de 2009

V!o O refrigerante de leite da Coca-cola - VIO

 Quando você pensa que a humanidade inventou tudo que poderia inventar é a hora de se surpreender cada vez mais! A coca-cola conseguiu ao inventar o Vio ou V!o o seu novo produto. Um refrigerante a base de leite.  ISSO MESMO QUE VOCÊ ESTÁ LENDO, UM REFRIGERANTE FEITO COM LEITE.
vio-cola-cola
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A Coca-Cola está prestes a lançar seu mais novo produto: leite efervescente. A bebida irá misturar leite desnatado com água gaseificada, será aromatizada com frutas e adoçada com açúcar. Os cientistas que desenvolveram o produto em um laboratório da Coca em Atlanta garantiram que ele será embalado em uma garrafa de alumínio que evitará que o leite coalhe.
A novidade, batizada de Vio, terá quatro tipos de sabores diferentes. A Coca-Cola já começou a testar a comercialização do produto entre consumidores dos EUA. O site BevNET.com, especializado em pesquisas de indústrias de bebidas, testou o sabor cítrico do Vio e parece não ter gostado muito. “O gosto do leite é muito forte e, por isso, tem um pouco de nata. Não parece doce até que você consuma uma garrafa inteira”, disse o site.
A bebida faz parta de uma iniciativa da Coca-Cola chamada Projeto Vida, que visa desenvolver projetos à base de leite. A intenção é que o Vio possa ser vendido como opção de bebida saudável, mas cada garrafa contém 26 gramas de açúcar e 1,5 grama de gordura. A novidade será lançada primeiro nos Estado Unidos e, se bem sucedida, no mundo todo. Os produtores de leite estão esperançosos – acham que o projeto da Coca-Cola pode aumentar o consumo da bebida.
Fonte:http://www.megacubo.net/coca-cola-lanca-refrigerante-leite/
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